A Quinta-feira Santa ou Quinta-Feira de Endoenças, Cristo ceou com seus apóstolos, seguindo a tradição judaica do Sêder de Pessach,
já que segundo esta deveria cear-se um cordeiro puro; com o seu sangue,
deveria ser marcada a porta em sinal de purificação; caso contrário, o anjo exterminador entraria na casa e mataria o primogênito dessa família (décima praga), segundo o relatado no livro do Êxodo. Nesse livro, pode ler-se que não houve uma única família de egípcios na qual não tenha morrido o primogênito, pelo que o faraó
permitiu que os judeus abandonassem do Egito, e eles correram o mais
rápido possível à sua liberdade; o faraó rapidamente se arrependeu de
tê-los deixado sair, e mandou o seu exército em perseguição dos judeus, mas Deus não permitiu e, depois de os judeus terem passado o Mar Vermelho,
fechou o canal que tinha criado, afogando os egípcios. Para os
católicos, o cordeiro pascoal de então passou a ser o próprio Cristo,
entregue em sacrifício pelos pecados da humanidade e dado como alimento
por meio da hóstia.
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