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Movimento Hip-Hop ocupa Realengo com arte e cidadania

Evento une cultura periférica, diálogo comunitário e intervenções artísticas na Zona Oeste


O movimento Hip-Hop consolida o seu papel de transformação social no Rio de Janeiro com a realização do 1º Encontro de Coletivos de Hip Hop da Zona Oeste. A iniciativa cultural ocupa o Campo do Universal, situado na esquina com a Rua da Gazela, no conjunto habitacional COHAB de Realengo, na Zona Oeste do município. Com início marcado para as 12h, a ação busca integrar artistas independentes, coletivos de favela e moradores em uma programação totalmente gratuita dedicada à cultura de rua.

A proposta central do evento baseia-se na união dos pilares fundamentais do movimento cultural urbano para promover inclusão e visibilidade territorial. As atividades previstas combinam expressões de arte urbana, como o grafite, com manifestações musicais e debates comunitários direcionados aos jovens do bairro.

Programação artística e debates ocupam a comunidade

A grade de atrações reúne diferentes vertentes artísticas ao longo do dia no conjunto residencial. O destaque principal fica por conta de um grande mutirão de graffiti, que transforma muros da localidade em um painel a céu aberto. A proposta visual busca revitalizar o espaço urbano por meio do trabalho de grafiteiros locais.

A programação inclui os seguintes blocos de atividades:

-  Shows musicais com artistas e grupos independentes da região;

-  Microfone aberto, garantindo espaço para poesias e manifestações do público;

-  Bate-papo comunitário sobre acesso à cultura, direitos e desafios da periferia carioca;

-  Batalha de rima, reunindo MC's locais em disputas de improviso e métrica.

Articulação independente impulsiona a produção periférica

A viabilização do encontro resulta da articulação entre grupos independentes que atuam no circuito cultural da Zona Oeste. A realização executiva é assinada pelo coletivo C.R.I.A. (Coletivo do Rima, Itinerante e Arte), focado em levar oficinas e eventos de cultura periférica a áreas descentralizadas do Rio de Janeiro.

O suporte de infraestrutura e apoio financeiro provém do ECA ZO (Espaço Cultural e Artístico da Zona Oeste), instituição voltada ao fortalecimento da produção artística periférica. A união das entidades reforça a importância dos recursos voltados para a cultura como vetores de desenvolvimento social e ocupação positiva dos espaços públicos nas comunidades cariocas.

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Bacharel em Jornalismo I Pós-graduando em Ciências Políticas  I Habilitado em Comunicação Estrtégica Publisher & Especialista de Operações DigitaisEditor Gráfico | Gerente de Projetos | Operador de Comunicações | Produtor Cultural e de Eventos | Fotógrafo | Design Gráfico | Web Designer |  Conselheiro de Segurança

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