Neste domingo, milhões de brasileiros vão às urnas para escolher seus representantes. É um momento importante da democracia e, independentemente da escolha de cada eleitor, existe uma questão que deveria permanecer depois que as urnas forem fechadas:
E a Zona Oeste, quando será lembrada como prioridade?
Campo Grande, Bangu, Realengo, Santa Cruz, Guaratiba,
Sepetiba, Paciência e tantos outros bairros formam uma região enorme, com
milhões de moradores, uma economia própria, uma população trabalhadora e uma
riqueza cultural que muitas vezes não recebe a mesma atenção destinada a outras
áreas da cidade.
A Zona Oeste precisa de mais investimentos em mobilidade,
saúde, educação, cultura, saneamento, infraestrutura, segurança, espaços
públicos e oportunidades.
Precisa também ser reconhecida por aquilo que produz: seus
artistas, escritores, músicos, produtores culturais, empreendedores,
comerciantes, trabalhadores e tantos talentos que fazem a região acontecer
todos os dias.
Hoje, cada eleitor fará suas escolhas. O voto é individual e
deve ser respeitado.
Mas, depois da eleição, fica um compromisso que deveria ser
coletivo: cobrar, acompanhar e lembrar aos representantes eleitos que a Zona
Oeste existe, tem voz e precisa estar na agenda das decisões públicas.
Não se trata de pedir privilégios.
Trata-se de pedir atenção, planejamento e investimentos
proporcionais à importância da região.
Porque a Zona Oeste não quer apenas ser lembrada durante as
eleições.
Quer ser lembrada durante todo o mandato.
Silmo Prata e Visão Oeste
Informação, cultura e cidadania a
serviço da nossa região.
Acesse meus artigosEscritor | Jornalista| Poeta | Professor e veterano da Força AéreaBrasileira